O espetáculo apresenta o cotidiano de Blefe, um palhaço velho e mal humorado que foi contratado por uma grande multinacional para trabalhar com tecnologia. Ele tenta se adaptar às novas formas de comunicação, mas sempre acaba se atrapalhando, criando inusitadas formas de se relacionar com os equipamentos tecnológicos. Cansado da mesmice de seu cotidiano, Blefe realiza de forma tão automática suas funções no trabalho, que acaba entrando no mundo virtual e brinca com as redes sociais, sites de busca e etc. Nesta imersão no mundo virtual Blefe se apaixona pela voz feminina de seu GPS. Insatisfeito com o seu trabalho, Blefe resolve abandonar o seu emprego e pega seus instrumentos tecnológicos de trabalho, faz um número circense (tornando-se um artista de rua) e foge com seu novo amor, Geisa Patrícia dos Santos, seu GPS. O circo sempre se renovou e utilizou o interesse do público e as questões cotidianas dentro de seus espetáculos. Pensando nisso, por que não colocar o palhaço brincando com as novas tecnologias? “Blefe 2.0” se utiliza da tradicional arte do palhaço para colocar em questão o deslumbramento que nossa sociedade tem pelos recursos tecnológicos. Tem como inspiração o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin e brinca com o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade utilizando alguns recursos tradicionais de palhaço, como objetos “trucados” (notebook, GPS e telefone celular), mágica cômica, mini-bike, habilidades acrobáticas e de malabares para despertar o riso e inadequação no uso de objetos. Outro ponto importante levantado por este espetáculo é a apresentação de números com alta dificuldade técnica (malabares, acrobacia e mágica) de maneira bem humorada e que dialogue com o resto da obra, ou seja, unir a técnica ao elemento criativo, permitindo novas possibilidades de linguagens. “Blefe 2.0” desloca o palhaço do picadeiro para o dia-a-dia e o coloca de frente com diversas situações limites e cotidianas, ironizando as “estáveis” relações de trabalho. Sua forma desajustada de resolver os problemas altera e distorce a realidade em que está inserido, criando um tom onírico e bem humorado ao número. O espetáculo foi contemplado pelo ProAC n° 09 de 2012 e tem censura livre. Sinopse Apresentação
Ficha Técnica
CLIPPING Dramaturgia: Victor Nóvoa Direção: Fábio Nogueira e Gabriella Argento Elenco: Victor Nóvoa Cenografia: Victor Nóvoa Figurino: Helena Figueira Técnica de luz e som:Helena Cardoso Espaço mínimo de cena: 6m X 6m Rider de som: Um CD Player e caixas de som.
do Espetáculo do Espetaculo
O espetáculo apresenta o cotidiano de Blefe, um palhaço velho e mal humorado que foi contratado por uma grande multinacional para trabalhar com tecnologia. Ele tenta se adaptar às novas formas de comunicação, mas sempre acaba se atrapalhando, criando inusitadas formas de se relacionar com os equipamentos tecnológicos. Cansado da mesmice de seu cotidiano, Blefe realiza de forma tão automática suas funções no trabalho, que acaba entrando no mundo virtual e brinca com as redes sociais, sites de busca e etc. Nesta imersão no mundo virtual Blefe se apaixona pela voz feminina de seu GPS. Insatisfeito com o seu trabalho, Blefe resolve abandonar o seu emprego e pega seus instrumentos tecnológicos de trabalho, faz um número circense (tornando-se um artista de rua) e foge com seu novo amor, Geisa Patrícia dos Santos, seu GPS. O circo sempre se renovou e utilizou o interesse do público e as questões cotidianas dentro de seus espetáculos. Pensando nisso, por que não colocar o palhaço brincando com as novas tecnologias? “Blefe 2.0” se utiliza da tradicional arte do palhaço para colocar em questão o deslumbramento que nossa sociedade tem pelos recursos tecnológicos. Tem como inspiração o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin e brinca com o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade utilizando alguns recursos tradicionais de palhaço, como objetos “trucados” (notebook, GPS e telefone celular), mágica cômica, mini-bike, habilidades acrobáticas e de malabares para despertar o riso e inadequação no uso de objetos. Outro ponto importante levantado por este espetáculo é a apresentação de números com alta dificuldade técnica (malabares, acrobacia e mágica) de maneira bem humorada e que dialogue com o resto da obra, ou seja, unir a técnica ao elemento criativo, permitindo novas possibilidades de linguagens. “Blefe 2.0” desloca o palhaço do picadeiro para o dia-a-dia e o coloca de frente com diversas situações limites e cotidianas, ironizando as “estáveis” relações de trabalho. Sua forma desajustada de resolver os problemas altera e distorce a realidade em que está inserido, criando um tom onírico e bem humorado ao número. O espetáculo foi contemplado pelo ProAC n° 09 de 2012 e tem censura livre. Sinopse Apresentação
Ficha Técnica
CLIPPING Dramaturgia: Victor Nóvoa Direção: Fábio Nogueira e Gabriella Argento Elenco: Victor Nóvoa Cenografia: Victor Nóvoa Figurino: Helena Figueira Técnica de luz e som:Helena Cardoso Espaço mínimo de cena: 6m X 6m Rider de som: Um CD Player e caixas de som.
do Espetáculo do Espetaculo
Sinopse do Espetáculo
O espetáculo apresenta o cotidiano de Blefe, um palhaço velho e mal humorado que foi contratado por uma grande multinacional para trabalhar com tecnologia. Ele tenta se adaptar às novas formas de comunicação, mas sempre acaba se atrapalhando, criando inusitadas formas de se relacionar com os equipamentos tecnológicos. Cansado da mesmice de seu cotidiano, Blefe realiza de forma tão automática suas funções no trabalho, que acaba entrando no mundo virtual e brinca com as redes sociais, sites de busca e etc. Nesta imersão no mundo virtual Blefe se apaixona pela voz feminina de seu GPS. Insatisfeito com o seu trabalho, Blefe resolve abandonar o seu emprego e pega seus instrumentos tecnológicos de trabalho, faz um número circense (tornando-se um artista de rua) e foge com seu novo amor, Geisa Patrícia dos Santos, seu GPS. Apresentação do Espetaculo O circo sempre se renovou e utilizou o interesse do público e as questões cotidianas dentro de seus espetáculos. Pensando nisso, por que não colocar o palhaço brincando com as novas tecnologias? “Blefe 2.0” se utiliza da tradicional arte do palhaço para colocar em questão o deslumbramento que nossa sociedade tem pelos recursos tecnológicos. Tem como inspiração o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin e brinca com o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade utilizando alguns recursos tradicionais de palhaço, como objetos “trucados” (notebook, GPS e telefone celular), mágica cômica, mini-bike, habilidades acrobáticas e de malabares para despertar o riso e inadequação no uso de objetos. Outro ponto importante levantado por este espetáculo é a apresentação de números com alta dificuldade técnica (malabares, acrobacia e mágica) de maneira bem humorada e que dialogue com o resto da obra, ou seja, unir a técnica ao elemento criativo, permitindo novas possibilidades de linguagens. “Blefe 2.0” desloca o palhaço do picadeiro para o dia-a-dia e o coloca de frente com diversas situações limites e cotidianas, ironizando as “estáveis” relações de trabalho. Sua forma desajustada de resolver os problemas altera e distorce a realidade em que está inserido, criando um tom onírico e bem humorado ao número. O espetáculo foi contemplado pelo ProAC n° 09 de 2012 e tem censura livre.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Victor Nóvoa Direção: Fábio Nogueira e Gabriella Argento Elenco: Victor Nóvoa Cenografia: Victor Nóvoa Figurino: Helena Figueira Técnica de luz e som:Helena Cardoso Espaço mínimo de cena: 6m X 6m Rider de som: Um CD Player e caixas de som.
CLIPPING
Apresentação
Sinopse do Espetáculo
O espetáculo apresenta o cotidiano de Blefe, um palhaço velho e mal humorado que foi contratado por uma grande multinacional para trabalhar com tecnologia. Ele tenta se adaptar às novas formas de comunicação, mas sempre acaba se atrapalhando, criando inusitadas formas de se relacionar com os equipamentos tecnológicos. Cansado da mesmice de seu cotidiano, Blefe realiza de forma tão automática suas funções no trabalho, que acaba entrando no mundo virtual e brinca com as redes sociais, sites de busca e etc. Nesta imersão no mundo virtual Blefe se apaixona pela voz feminina de seu GPS. Insatisfeito com o seu trabalho, Blefe resolve abandonar o seu emprego e pega seus instrumentos tecnológicos de trabalho, faz um número circense (tornando-se um artista de rua) e foge com seu novo amor, Geisa Patrícia dos Santos, seu GPS. do Espetaculo O circo sempre se renovou e utilizou o interesse do público e as questões cotidianas dentro de seus espetáculos. Pensando nisso, por que não colocar o palhaço brincando com as novas tecnologias? “Blefe 2.0” se utiliza da tradicional arte do palhaço para colocar em questão o deslumbramento que nossa sociedade tem pelos recursos tecnológicos. Tem como inspiração o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin e brinca com o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade utilizando alguns recursos tradicionais de palhaço, como objetos “trucados” (notebook, GPS e telefone celular), mágica cômica, mini-bike, habilidades acrobáticas e de malabares para despertar o riso e inadequação no uso de objetos. Outro ponto importante levantado por este espetáculo é a apresentação de números com alta dificuldade técnica (malabares, acrobacia e mágica) de maneira bem humorada e que dialogue com o resto da obra, ou seja, unir a técnica ao elemento criativo, permitindo novas possibilidades de linguagens. “Blefe 2.0” desloca o palhaço do picadeiro para o dia-a-dia e o coloca de frente com diversas situações limites e cotidianas, ironizando as “estáveis” relações de trabalho. Sua forma desajustada de resolver os problemas altera e distorce a realidade em que está inserido, criando um tom onírico e bem humorado ao número. O espetáculo foi contemplado pelo ProAC n° 09 de 2012 e tem censura livre.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Victor Nóvoa Direção: Fábio Nogueira e Gabriella Argento Elenco: Victor Nóvoa Cenografia: Victor Nóvoa Figurino: Helena Figueira Técnica de luz e som:Helena Cardoso Espaço mínimo de cena: 6m X 6m Rider de som: Um CD Player e caixas de som.
CLIPPING
Sinopse do Espetáculo
O espetáculo apresenta o cotidiano de Blefe, um palhaço velho e mal humorado que foi contratado por uma grande multinacional para trabalhar com tecnologia. Ele tenta se adaptar às novas formas de comunicação, mas sempre acaba se atrapalhando, criando inusitadas formas de se relacionar com os equipamentos tecnológicos. Cansado da mesmice de seu cotidiano, Blefe realiza de forma tão automática suas funções no trabalho, que acaba entrando no mundo virtual e brinca com as redes sociais, sites de busca e etc. Nesta imersão no mundo virtual Blefe se apaixona pela voz feminina de seu GPS. Insatisfeito com o seu trabalho, Blefe resolve abandonar o seu emprego e pega seus instrumentos tecnológicos de trabalho, faz um número circense (tornando-se um artista de rua) e foge com seu novo amor, Geisa Patrícia dos Santos, seu GPS. Apresentação do Espetaculo O circo sempre se renovou e utilizou o interesse do público e as questões cotidianas dentro de seus espetáculos. Pensando nisso, por que não colocar o palhaço brincando com as novas tecnologias? “Blefe 2.0” se utiliza da tradicional arte do palhaço para colocar em questão o deslumbramento que nossa sociedade tem pelos recursos tecnológicos. Tem como inspiração o filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin e brinca com o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade utilizando alguns recursos tradicionais de palhaço, como objetos “trucados” (notebook, GPS e telefone celular), mágica cômica, mini-bike, habilidades acrobáticas e de malabares para despertar o riso e inadequação no uso de objetos. Outro ponto importante levantado por este espetáculo é a apresentação de números com alta dificuldade técnica (malabares, acrobacia e mágica) de maneira bem humorada e que dialogue com o resto da obra, ou seja, unir a técnica ao elemento criativo, permitindo novas possibilidades de linguagens. “Blefe 2.0” desloca o palhaço do picadeiro para o dia-a-dia e o coloca de frente com diversas situações limites e cotidianas, ironizando as “estáveis” relações de trabalho. Sua forma desajustada de resolver os problemas altera e distorce a realidade em que está inserido, criando um tom onírico e bem humorado ao número. O espetáculo foi contemplado pelo ProAC n° 09 de 2012 e tem censura livre.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Victor Nóvoa Direção: Fábio Nogueira e Gabriella Argento Elenco: Victor Nóvoa Cenografia: Victor Nóvoa Figurino: Helena Figueira Técnica de luz e som:Helena Cardoso Espaço mínimo de cena: 6m X 6m Rider de som: Um CD Player e caixas de som.
CLIPPING